terça-feira, 7 de julho de 2009

Casa do Baile.

A Casa do Baile foi inaugurada em 1942 para abrigar um pequeno restaurante, um salão com mesas, pista de dança, cozinhas e toaletes. Está situada numa ilhota artificial ligada à orla por uma pequena ponte de concreto. A edificação foi construída pela Prefeitura para cumprir duas funções – a social, como local para diversão e reuniões populares, e a de valorização artística da Pampulha, como edificação que compõe o complexo arquitetônico da lagoa.

Como espaço de lazer e entretenimento nas noites belo – horizontinas, a Casa do Baile logo se tornou palco de atividades musicais e dançantes, frequentada pela sociedade mineira. A proibição do jogo, em 1946, resultou no fechamento do Cassino, atual Museu de Arte da Pampulha – MAP, refletindo sobre a vizinha Casa do Baile, que também foi obrigada a encerrar suas atividades.

A partir dessa data, sob a administração da Prefeitura, o espaço foi utilizado para variados fins comerciais. Nos anos 1980, funcionou como anexo do MAP, restaurante, e acabou novamente fechada.

Como reconhecimento de sua importância para o patrimônio e a identidade cultural do País, a edificação mereceu o tombamento nas esferas federal, estadual e municipal.

O Espaço Cultural Casa do Baile, que é considerado Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e Design é aberto ao público de terça-feira a domingo, das 9 às 19h, com entrada gratuita e localiza-se à Av. Otacílio Negrão de Lima, 751 – Pampulha – Belo Horizonte – MG

CEP: 31365-450

Tel.: (31) 3277-7443 / (31) 3277-7971


terça-feira, 30 de junho de 2009

Além do conhecimento.

Passar no vestibular foi uma das minhas maiores conquistas,a qual veio acompanhada de várias dúvidas,como dito em outra postagem, qual será o perfil dos professores?O que vai ser ensinado?Como são as provas?Quem serão meus colegas?
Agora com o encerramento do semestre sou capaz de responder a essas perguntas e a outras , relacionadas as disciplinas ou não.Este fim traz também outras dúvidas relacionadas ao semestre futuro,mas vamos deixar isto para depois,pois agora tenho que falar de um assunto mais importante,gostaria de destacar a pergunta relacionada aos colegas.
No início foi meio estranho,várias pessoas com hábitos diferentes,opiniões diferentes,em resumo histórias diferentes,todas reunidas em um local com apenas um objetivo em comum,cursar biblioteconomia.
Confesso que fiquei muito ancioso,acho que principalmente pelo fato de ter ficado um bom tempo sem estudar(sendo mais preciso 8anos e 6meses),tive e tenho vontade de contar minhas histórias,de ouvir as dos meus colegas,curiosidade à respeito dos trabalhos em grupo,vontade também de conquistar a confiança e a amizade do pessoal.
A grande quantidade de atividades, dentro e fora,da universidade impede que haja uma maior aproximação com todos,o que é um pouco ruim,mas mesmo assim pude desfrutar da convivência com todos,mesmo que isso signifique somente um bom dia.
Gostaria de agradecer à todos pela companhia,pela paciência com as brincadeiras(muitas até bem inconvenientes),pela colaboração nos trabalhos,por aguentarem os meus comentários,enfim por poder compartilhar com vocês destas horas dentro da universidade e algumas vezes fora dela.Quero também pedir desculpas,pelas vezes as quais falo ou faço alguma coisa que desagrade à todos ou mesmo a um de vocês.E em especial quero destacar:Raíssa Mansur,Raíssa Martins,Gesner,Cristielle,Deise,Luiz,Fernanda Rodrigues,Thiago e Ronald,com os quais tive um maior contato,principalmente pelo fato de termos feito vários trabalhos juntos,muito obrigado.
Espero que os próximos semestres proporcionem uma maior aproximação entre todos,e que além de colegas,nós nos tornemos amigos.
Um abraço a todos,e mais uma vez obrigado.

Uma definição para Cultura.

"Cultura é um processo acumulativo, de pensamento e ações, que vem agregado a conhecimento no plural e a reflexões no cotidiano."

Liderança.

“Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum.”

James C. Hunter em o

Monge e o Executivo.

Esses caras são feras.Garantia de boas gargalhadas.

Peça Teatral: As Fassanha do Gerunço

Oi, pessoá! Tudo bão?



É o Gerunço Froidilino e seus causo ingraçado pra daná, pra mode ocê morrê de ri.

Gerunço é um caipira jeitoso, um sujeito espelenguendoso, que istudô pra burro, com uma ispirilituosidade invejávi, umírdi de nascença e de munta cráçi, contano as fassanha fassanhosa da famia gerunciana. Se ocê quisé cunhecê as arte dos mineiro, os causo cabiludo e os assunto cabuloso, é só mirá pras banda do Teatro e assisti o trem. É bão dimais da conta, sô!

Gerunço Froidilino a seu dispô.

Ficha técnica:

Autor: Leonildo Miranda Araújo (Leo Araújo)

Direção: Leonildo Miranda Araújo (Leo Araújo)

Elenco: Leonildo (Leo Araújo)

Cenário: Aguinaldo Gonçalves

Figurino: Leo Araújo

Iluminação e som: Aguinaldo Gonçalves

Duração: 65 minutos

Classificação: Livre


Leo & Leo, gêmeos, da cidade histórica de Serro - MG, escritores, poetas, diretores e atores de Teatro, com 15 livros editados (um dos quais, Viva o Brasil, foi premiado pela Academia Mineira de Letras em Concurso Nacional, em 2002), dez peças produzidas e apresentadas em várias cidades de MG, BA, ES e SP, um curta gravado no RS (Dois Coveiros), que foi lançado em agosto de 2008 na Mostra Gaúcha (Festival de Gramado), no Festival Internacional de Cinema de São Paulo, em agosto/2008, na Mostra do Curta Fantástico de SP (Nov/2008), foi selecionado para o Festival do Filme Livre do RJ (2009) e para a mostra nos cinemas de Porto Alegre – RS (2009). Em junho, o filme "Dois Coveiros", já classificado, estará concorrendo a prêmios na Holanda. A Cia de Teatro LEOLEO apresentou também a comédia Doidos Demais, na Campanha de Popularização do Teatro e da Dança de 2008, em Belo Horizonte.

Conta
to:

Telefone: (31) 9673-1508 (Leonildo) e 9950-3617 (Leosino)
E-mail: leoleoteatro@yahoo.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
e leolivros@hotmail.comEste endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo.
Site: www.leoleo.com.br

Patrimônio Cultural Brasileiro


A Igreja de São Francisco de Assis integra o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, juntamente com o Cassino – hoje Museu de Arte da Pampulha -, a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube. Construído nos primeiros anos da década de 1940, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer, por encomenda do então Prefeito Municipal de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek.


Obra- prima da arquitetura modernista brasileira, a Igreja – talvez por sua inovadora concepção arquitetônica e polêmica decoração – somente foi entregue ao culto religioso católico em 1959, quando doada pela Prefeitura da Capital à Arquidiocese de Belo Horizonte.


Em 5 de agosto de 2005, foi transformada em Capela Curial pelo decreto nº 03G/2005, do Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.


Considerada como verdadeira escultura arquitetônica abriga com grande harmonia, ornamentação em azulejos e pictórica de autoria de Cândido Portinari, complementada por trabalhos de Alfredo Ceschiatti, Paulo Werneck, e Roberto Burle Marx.


Em 1947, a Igreja foi tombada como monumento nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 1984 como patrimônio estadual, pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais – IEPHA – MG e, em 2003, como patrimônio municipal, pelo Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.


Como que suavemente pousada às margens da Lagoa da Pampulha, na Av. Otacílio Negrão de Lima s/nº, Pampulha - Belo Horizonte, MG, a Igreja apresenta grande beleza plástica e marcante originalidade construtiva, com suas coberturas que se transformam em paredes laterais e enorme vão envidraçado, à entrada, por onde a luz solar inunda o seu interior. Tel: (31) 3427-1644




Cultura Popular



Três santos são efusiva e intensamente comemorados em junho, em todo o Brasil, desde o período colonial: Santo Antônio, São João e São Pedro. No nordeste brasileiro principalmente, estes santos são reverenciados e pode-se dizer que a importância destas festas, para as populações nortista e nordestina, ultrapassa a do Natal, principal festa cristã, e que elas são, historicamente, o evento festivo mais importante destas regiões, tanto cultural como politicamente. Acredita-se que estas festas têm origens no século XII, na região da França, com a celebração dos solstícios de verão (dia mais longo do ano, 22 ou 23 de junho), vésperas do início das colheitas. No hemisfério sul, na mesma época, acontece o solstício de inverno (noite mais longa do ano). Como aconteceu com outras festas de origem pagã, estas também foram adquirindo um sentido religioso introduzido pelo cristianismo, trazido pela igreja católica ao Novo Mundo. A comemoração das festas juninas é certamente herança portuguesa no Brasil, acrescida ainda dos costumes franceses que a elas se mesclaram na Europa. O ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, o país fica praticamente tomado por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas e danças.

É interessante notar que não apenas o dia, propriamente dito, mas todo o mês, é considerado como tempo consagrado a estes santos na região e, principalmente, as vésperas, que é quando se realizam os sortilégios e simpatias, a parte mágica da festa típica do catolicismo popular. Inúmeras adivinhações a respeito dos amores e do futuro (com quem se vai casar, se se é amado ou amada, quantos filhos se vai ter, se se vai morrer jovem ou ganhar dinheiro etc.) são feitas nas vésperas do dia dos santos, em geral de madrugada.